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A mostrar mensagens de 2014

Love this song!

Huntar – Bitter Lyrics If your blood won’t flow If it’s all dried out, If your pain won’t go, If your mind’s in doubt, Let me know If it’s locked inside, If it’s all tied up, It cannot take you out It cannot make you feel A higher love CHORUS: The bitter feels better with you uuh, aaayy The winter gets warmer with you, ahh aayyy I don’t wanna face it all alone, I need a hope and that from You by my side Here, by my side I can see the sun But it leaves me blind You’re the only one Who can heal my eye Head me home CHORUS: The bitter feels better with you uuh, aaayy The winter gets warmer with you, uuh aayyy I don’t wanna face it all alone, I need a hope and that from You by my side Here, by my side Uh, Aaahyy, The bitter feels better with you uuh, aaayy The winter gets warmer with you, uhh, aaayy I don’t wanna face it all alone, I need a helping hand and, I don’t wanna breaking in the sounds of walls coming down I just wanna let you all ok, ...
Lá está ela mais uma vez na sombra da alma a perfurar-se com a tristeza que surge com o simples cheiro da saudade. Pergunta-se onde teria ido o seu sol de sorriso e olhos travessos. Ninguém lhe responde. Gritando pelo que é seu pelas ruas da calçada irregular passa pela multidão procurando silenciosamente. Ninguém a olha. Só está, só ficará até que o sol volte. A.

Alva!

Vejo a minha imagem reflectida, No fundo deste rio. Ó rio. Alva que me salva, Desta solidão incompreendida. Ninguém está a ver o que vejo, Caminho em direcção ao sol; Aqui as imagens são diferentes. O rio corre veloz, baixinho, calminho. Em frente à casa do grande Mestre, Penso como isto era há uns anos. Será que Campos escreveu, Virado à paisagem que deslumbro? Vou voltar para onde estava. Molho o pés. A água fria, calma e discreta. Arrepia-me a alma inquieta. Voltei a olhar a casa do grande Mestre; Agora olho de longe, De janela aberta, o cortinado espreita. Abana ao vento. Uma truta veio dar o ar da sua graça, Fez movimentar a corrente calma; Tornando-a agora irregular, Ondas circulares controversas. É outono debaixo de um sol de Agosto, Mas os pássaros clamam o frio que virá. Prefiro este outono paciente. Este que depena, lentamente, as árvores, Demorando, assim, a pintar a tela. Queria poder escrever em palav...
Quero-te por egoísmo! As palavras não são minhas mas o sentimento é este. A.
Oiço as músicas de um passado em que o romance não passou de uma tela, de um texto, de mim ou de alguém. E o tempo passa e cura tudo, eu acredito nisso…. Virá tempo de despedida, e eu não sou visionária! Só queria que houvesse instantes que durassem. Mas nada dura, tudo é efémero. O Mondego que hoje desliza calmamente daqui por uns dias pode transbordar. Antes ele que os meus olhos. O que fica é o sentar da prima no fundo da cama e, com uma gargalhada, ela relembra o que de há muito não falávamos. Idiotices mas que criaram histórias! Às vezes, tenho pena de não escrever um diário onde anote todos os acontecimentos, mesmo os mais estúpidos, a memória vai de certeza apagar ou, simplesmente, guardar nos recônditos do subconsciente coisas tão divertidas e com pessoas que talvez não volte a ver (tão cedo, pelo menos). Por exemplo, há coisas ou acontecimentos que podiam ser dispensados logo ao acontecer, não iriam fazer falta…. Não… Iriam, porque há acontecimentos desses que se calhar...
Incondicional, Prematuro, Duro, Um monte de mentiras, Um ramo de flores secas, Um cartão de despedida, Um adeus! Nada mais...
Pensamento de hoje: Tenho saudades tuas, pior, morro de saudades de ti. A lua é a única coisa para a qual podemos olhar e saber que é a mesma.. Sem fuso horário, Apenas esta distância... E o quanto custa não poder dizer-te o que quero Dorme bem, meu anjo negro! A.

Ele - part 16

Auri levantou-se primeiro que Hélio, tomou banho e vestiu-se. Foi para a cozinha e preparou o pequeno-almoço para os dois! Tomaram o pequeno- almoço e conversavam sobre o acampamento e decidiram que o iriam fazer no dia seguinte, num parque perto da praia, num em que Hélio já tinha estado. Auri, foi até à sala e ligou a televisão e começou o zapping e Hélio chegou, sorrateiro, e abraço-a fazendo-a soltar um gritinho pois estando de costas ela não se apercebeu de que ele tinha entrado! - Assustaste-me! - Disse ela,  abraçado-se a Hélio. - Eu reparei! - Sussurro-lhe. Os batimentos cardíacos começaram a aumentar! Hélio pegou em Auri e interlaçou as pernas dela na sua cintura, Auri, abraçou-se ao pescoço de Hélio e beijou-o intensamente. Ele foi aos poucos para o sofá e sentou-se deixando Auri em cima dele, ambos já estavam claramente excitados mas ela foi aos poucos a...

...

Há dias que a minha alma está demasiado cansada, hoje é um desses dias! Não sei explicar, nada está como devia estar... Os sentimentos, as pessoas, as palavras, eu... Há alegria no ar todos os dias, hoje não. A chuva não pará ou são as minha lágrimas? Não! Não estou a chorar. Não posso sequer pensar o que é chorar ou sentir o que quer que seja neste momento. Não quero ouvir, estar ou ver pessoas... A música é a única que preenche o silêncio ou o vazio mas mesmo assim estou a ouvi-la e a não a oiça, que raio! Amanhã quero acordar com um sorriso por isso vou amuar hoje eagora,  quando o sol nascer vai ser diferente… tem de ser. A.

Ele - Part 15

Durante o cinema Hélio e Auri não insistiram muitos nas carícias ou nos beijinhos pois parecia que o senhor estava obcecado com eles e virava-se sempre quando o beijo se prolongava mais tempo. Hélio por pouco não se passou mas Auri, simplesmente, não ligou. No fim do cinema, Auri foi acompanhada por Hélio até à porta de sua casa esta era dos avós de Auri e estava desabitada pois ambos já tinham minha morrido e tinha-lhe sido doada. Era uma casinha pequenina com um jardim na frente. No interior tinha dois quartos, uma casa de banho, uma sala de estar e uma cozinha, divisões pequenas mas onde tudo estava imaculadamente arrumado, quer dizer, o quarto de Auri por vezes era uma bagunça mas ela esforçava-se por mudar isso sempre que podia. Quando saíram na paragem e durante a caminhada até casa mantiveram-se em silêncio até que Hélio lhe propõe irem acampar num dia desses. Auri, adorou e aceitou sem pestanejar, agradava-lhe ideia de poder fazer estes programas e estava surpreendida p...

Basquetebol

Lembro esta frase: “ Não é altura que conta mas sim o talento”, palavras sábias e, às quais, agarrei a alma quando joguei basquetebol e, que, hoje me assolam a alma com aquela saudade. Digamos que, o talento é algo que nasce connosco e que se destaca com o tempo, o meu não era para o basquetebol, no entanto, joguei com alma e coração. Comecei a gostar verdadeiramente de basquetebol graças a uma professora de educação física, cuja era árbitra do desporto em questão e graças a uma amiga que me incentivou para ir com ela para a equipa da escola. Aceitei e com o tempo tornou-se uma paixão, esta foi desvanecendo mas nunca morreu o bichinho. Hoje em dia, não faria metade daquilo que fazia há quatro anos atrás, e já se passaram quatro anos, quem diria. Durante três joguei na escola e depois no último ano joguei num clube, diria mais que aquilo não era nada sério para mim sempre fora mas o grupo nunca se transformou numa equipa. Começaram pessoas a falhar aos treinos, o treinador indi...
A folha cai, só. Desaparece o sorriso, lembranças. A chuva volta, a tristeza Se não escrever apodera-se de mim. Continuou sem emoções, a neutralidade E os humanos continuam cegos! (E, no fundo, eu também). O coração continua vazio, o silêncio É imenso e, por fim, a harmonia toa. A estrada é longa, a distância Continua a ser uma lágrima nos meus olhos. O pranto vai-se apoderando, a sensibilidade Arrasa e rasga a alma. Os sentimentos esborratam o papel, a poesia É o profundo oceano que ninguém conhece. A.
Perder-me-ei por ti, Um dia. Numa felicidade palpitante, Num mundo irreal De simplicidade, De pura inocência. A paixão, Será sentido, E o simples explicar Cai no esquecimento! Haverão sorrisos espontâneos Inocentes e sem explicação, Seremos um, Num só, Felizes E sem sentido!

Ele - Part 14

A discussão que se seguiu não foi bonita e, Auri, gostaria de a ter evitado ao máximo, sentia uma raiva imensa pelo segredo que a família fizera em relação à identidade do autor do acidente do irmão de Auri, uma coisa era certa, nunca iria ser capaz de os perdoar. Depois de Hélio entrar no quarto a verdade fora revelada num misto de raiva e tristeza. O pai de Hélio estava completamente devastado, Auri está extasiada e Hélio estava furioso.   - Hélio... Lamento imenso... Só te queríamos proteger... – Disse-lhe o pai de Hélio. - Proteger de quê? O que é que não me contaram? O que é que se passou?! O pai dele sentou-se na cadeira e esperou que Hélio se sentasse também, o ambiente estava de cortar à faca, as emoções estavam ao rubro e as palavras estavam num colapso dentro de cada mente. - Há três anos... Quando tive todos aqueles problemas e fui preso... – Começou por dizer. - Sim, por causa do acidente e das mercadorias roubadas... - Não... nós mentimos-te Hélio... As m...