A folha cai, só.
Desaparece o sorriso, lembranças.


A chuva volta, a tristeza
Se não escrever apodera-se de mim.
Continuou sem emoções, a neutralidade
E os humanos continuam cegos!
(E, no fundo, eu também).


O coração continua vazio, o silêncio
É imenso e, por fim, a harmonia toa.
A estrada é longa, a distância
Continua a ser uma lágrima nos meus olhos.
O pranto vai-se apoderando, a sensibilidade
Arrasa e rasga a alma.
Os sentimentos esborratam o papel, a poesia
É o profundo oceano que ninguém conhece.

A.

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