Liberta-te e depois Supera-te, mas Vive!


Um dia acordas e vez que nada do que tens faz sentido. Nenhuma escolha foi feita com orgulho, nenhum plano foi concretizado, não há desarrumação em parte alguma (aquela que se encontra na tua mente, não conta), há poeira no mobiliário, as brasas da lareira, a pouco, e pouco, desfazem-se em cinzas, o sol é coberto por nuvens carregadas de água, a tua água, aquela que derramaste vezes sem conta, os rios vão carregados, as pessoas continuam cada vez mais tristes, tu próprio acompanhas essa tristeza e perguntas-te se não serás tu quem os faz sentir ainda mais tristes.
Depois as a ler:
Chamem-lhe revolta,
Apenas não me perguntem contra quem.
Faz, sentido ignorar quem somos, o que fizemos, o que queremos porque assim será muito mais agradável sorrir! Sorrir? Sorrir para quem? Enganar quem? Olhas-te ao espelho, vês todos os dias a mesma pessoa, cansada, triste, que fica cada vez mais debilitada com o sorriso que diz agradável.
Olhas o espelho todos os dias e vês o quê afinal? Nada…
Mas se fechares os olhos, aí já vês quem és, a revolta que explode dentro de ti, todos os dias… o arrependimento de te tornares um ser depressivo… quando os abres vês que uma explosão de lágrimas que simplesmente aconteceu, outra, não é? Outra em tantas que apareceram sem contares, sem poderes controlar o que a tua mente barulhenta te diz.
Cala-a… como eu fiz… cala-a com a poesia, cala-a com os sorrisos, cala-a com o sol, a chuva, o vento… cala-a com a harmonia e depois de ela estar sossegada, fecha de novo os olhos e depois diz o que vês.
Uma coisa é certa quando abrires de novo os olhos, verás outra explosão de lágrimas, mas estas com o sabor da vitória de te teres tornado alguém espectacular.

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