Apenas, não....
Não sei o que penso;
Não sei o que faço;
Não sei o que digo;
Não sei o que sinto;
Não sei o que escrevo;
Não sei,
Apenas não me perguntem o quê.
As palavras não saem;
Os pensamentos ficam prisioneiros;
As lágrimas são apenas gotas;
A alma é vazia;
O cansaço apodera-se; Perguntem o que é,
Apenas não me peçam para responder.
Olho para as letras;
São simples rabiscos;
Não tenho vontade de pensar;
E já não há sonhos onde voar
Deixei de acreditar,
Apenas não me interroguem porquê.
Não me venham com moralismos;
Não me digam o que pensam;
Estou cansada de estúpidas palavras;
De hipócritas sentimentais;
Sábios que não passam de juízes;
Chamem-lhe revolta,
Apenas não me perguntem contra quem.
A.
Não sei o que faço;
Não sei o que digo;
Não sei o que sinto;
Não sei o que escrevo;
Não sei,
Apenas não me perguntem o quê.
As palavras não saem;
Os pensamentos ficam prisioneiros;
As lágrimas são apenas gotas;
A alma é vazia;
O cansaço apodera-se; Perguntem o que é,
Apenas não me peçam para responder.
Olho para as letras;
São simples rabiscos;
Não tenho vontade de pensar;
E já não há sonhos onde voar
Deixei de acreditar,
Apenas não me interroguem porquê.
Não me venham com moralismos;
Não me digam o que pensam;
Estou cansada de estúpidas palavras;
De hipócritas sentimentais;
Sábios que não passam de juízes;
Chamem-lhe revolta,
Apenas não me perguntem contra quem.
A.
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