na linha do comboio
Passado:
Penso o que é perder-te,
Penso o que é não te ter,
A ti e ao teu sorriso,
Penso o que deve doer mais...
Se me arrancarem o coração
Se te arrancarem da minha alma.
A segunda....
A ti,
Não há ninguém que te substitua.
Penso na tua pele, na tua boca
Na paixão gritante de duas almas
A Minha e a Tua.
Penso na tua voz, na tua música
No lirismo de todas as palavras,
Minhas e Tuas.
Porque escrevo de ti?
Talvez seja o amor que se escreve por si
Este que aparece onde menos esperamos,
E em quem menos contamos.
Nos sitios mais simples e complexos
Nas almas e nas folhas de papel,
Numa palavra ou num sorriso.
Num toque.
Presente:
Perdi-te.
sem aviso, nem adeus
acordei e já não estavas mais ali.
Doeu
E o vazio apoderou-se para sempre!
Penso o que é perder-te,
Penso o que é não te ter,
A ti e ao teu sorriso,
Penso o que deve doer mais...
Se me arrancarem o coração
Se te arrancarem da minha alma.
A segunda....
A ti,
Não há ninguém que te substitua.
Penso na tua pele, na tua boca
Na paixão gritante de duas almas
A Minha e a Tua.
Penso na tua voz, na tua música
No lirismo de todas as palavras,
Minhas e Tuas.
Porque escrevo de ti?
Talvez seja o amor que se escreve por si
Este que aparece onde menos esperamos,
E em quem menos contamos.
Nos sitios mais simples e complexos
Nas almas e nas folhas de papel,
Numa palavra ou num sorriso.
Num toque.
Presente:
Perdi-te.
sem aviso, nem adeus
acordei e já não estavas mais ali.
Doeu
E o vazio apoderou-se para sempre!
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